terça-feira, 8 de abril de 2014

The heart beats in this birdcage.

Se algum dia alguém me parasse na rua e perguntasse: "qual uma das principais coisas que você acha que as pessoas deveriam saber a seu respeito?", eu provavelmente responderia o fato de que eu adoro animais. Todos os tipos de animais. Tenho dois cachorros em casa, mas isso não faz com que eu goste menos dos outros. Já fiquei até chateada e morrendo de pena quando uma mulher na rua pisou e matou um ratinho na minha frente. É eu sei, eles transmitem doenças e tudo mais. Mas eu sinto uma empatia por animais que vai além da minha compreensão. Já me questionei muito por causa disso. Cheguei a me julgar uma pessoa ruim por me sentir mais tocada com situações envolvendo animais do que pessoas. Mas eu juro, não é por querer, é mais forte do que eu. Parei de querer entender.
Mas não pense em mim como uma 'Felícia' desvairada que esmaga bichinhos e os enfurna a qualquer custo dentro de casa. Meu amor por animais é consciente, por assim dizer. Não gosto de zoológicos, me deprime ver qualquer bicho enjaulado. Eu e meu marido praticamos mergulho com cilindro e já dei bronca nele várias vezes quando quis mexer com uma ou outra tartaruga que estava nadando perto de nós. Meu negócio é observá-la admirá-la, mas quietinha no meu canto, sem perturbar a vida da bichinha. Gosto de animal livre, solto no lugar onde foi feito para estar. Por isso que uma das coisas que mais me angustiam são aquários e gaiolas. Pera, deixa eu reformular a frase. Uma das coisas que mais me angustiam são aquários e gaiolas com peixinhos ou pássaros dentro. Agora sim. Até porque, gaiolas vazias, ou cheias velas, flores, ou qualquer outra coisa que não animais, podem ser bem encantadoras..

Cenário dos meu sonhos para uma jantinha com amigos..

Pastel pale, love it!










Porta-velas mais charmoso ever.






Gaiolas & Livros.


So damn cute!


Adorei esse mural de gaiola.





Lovely!


Todo meu amor por vasinhos engaiolados.





Eu simplesmente adoro gaiolas usadas com fins decorativos. Em casa eu tenho dois peludos (bem dos manhosos, aliás), e uma gaiola. Com flores, porque é assim que deve ser.

Essas prateleiras ainda estão sendo organizadas - o quarto de hóspedes vai ser todo redecorado (mais detalhes nos próximos capítulos) -, mas eu até que gostei do lugar provisório da minha gaiola. De qualquer maneira, independentemente daonde eu decidir colocar, no bird is goin´ into this cage!      

quinta-feira, 3 de abril de 2014

Pack up your troubles in your old kit bag.

Assumir um compromisso consigo mesmo e se manter fiel a ele é uma das coisas mais difíceis que há. Seja uma dieta, uma promessa, ou um hábito novo. É muito fácil se auto sabotar. Não há cobrança de nenhuma outra pessoa. Apenas você mesmo. Você e a sua consciência. E às vezes parece ser ela mesma que te convence que só daquela vez não tem problema não manter o compromisso. Quando eu pensei em fazer o blog, minha ideia era me manter ocupada nos meses que eu ficaria à toa. Prometi a mim mesma que escreveria dois dias por semana, e nos demais eu estudaria para o curso de design que eu estava começando. E me mantive disciplinada e fiel à minha promessa durante muito tempo. Até que minha arquinimiga entrou no meu caminho: a ansiedade. Sempre fui uma pessoa muito ansiosa. Muito, muito, muito ansiosa. Nada me deixa mais inquieta do que ter problemas para resolver. Nem precisa ser um grande problema. Questões mínimas, que comportem algum tipo de planejamento, já são suficiente. Tenho post-its espalhados pela tela do meu celular lembrando de tudo que eu preciso de alguma maneira resolver ou lembrar. Algumas coisas são tão futuras e incertas que eu nem sei ao certo o que elas estão fazendo nos meus post-its. Mas tê-las anotadas diminui de alguma maneira essa ansiedade que me aflige.
Eu já mencionei algumas vezes por aqui que esse início de ano tem sido turbulento para mim. Coisas que precisam ser resolvidas e que estão totalmente fora do meu controle pois dependem de pessoas que nem sequer sabem que eu sou. O pior pesadelo de um ansioso, depender da decisão de outros. Deixei a ansiedade tomar conta de mim e usei-a como minha muleta. Me vi jogada no sofá com o pensamento longe por incontáveis tardes, com o note jogado do meu lado, abandonado. E acabei falhando com o compromisso que eu havia assumido comigo mesma. But not anymore! Deu pra você, maldita ansiedade. Ainda que seu fantasma continue por aqui me assombrando, tá mais do que na hora de eu aprender a conviver com você sem que isso me tire do prumo.
Desabafo feito e compromisso reafirmado, let´s get this done. Quando eu penso em decoração - especialmente a da minha casa -, imediatamente alguns itens surgem na minha mente. Uma pequena e seleta lista de itens que eu gostaria de incorporar no meu 'home decor' de alguma maneira. O abajur estilo Tiffany é um deles. Uma parede de tijolos à vista é outro (de preferência com aplicação de caição, que dá uma aparência esbranquiçada e envelhecida). São vários os itens, a maioria com um ar vintage (parte de mim sente que nasceu na década errada). Um destes meus queridinhos, são malas antigas de couro. Quando eu estive na feira de antiguidades do Rio, eu esbarrei em algumas dessas lindezas. Vontade de levar todas para a casa. Para colocar em cima do armário e guardar coisas que eu nunca uso de um jeito mais charmoso, empilhar num canto ou transformar em mesinha. Não importa. O que importa é que algum dia eu ainda vou ter uma dessas em casa..
Essas mesinhas de mala são as melhores.



Essa combinação de cores!..






So cute!


Lareira também é um dos itens da minha wishlist.








Essas, parede, essas malas, só faltou meu abajur Tiffany..


Lovely colors.






Obcecada por essa mala mint.

Todo meu amor por esse toque de azul 'candy color' no decor todo neutro.


Party decor.



Name tags só que com fotos. Love it!


Lembro que minha mãe tinha umas malas assim antigas guardadas escondidas em um armário. Não eram dessas durinhas, eram mais maleáveis e num tom de azul esverdeado. Ou assim é como eu me lembro delas. Enfim. Não sei o que foi feito daquelas malas. Mas sei que a próxima dessas que eu esbarrar por aí não vai ter muita escolha a não ser vir embora para casa comigo. Lugar e ideia para elas é o que não falta por aqui..